O Projecto de responsabilidade social pretende alertar as gerações
mais novas para as questões relacionadas com a saúde, destacando
a importância da prevenção e adopção de estilos de vida saudáveis.

 
   
  Os atletas do Projecto Olímpico Londres 2012 contam com a experiência
da HPP Saúde na sua preparação para esta importante missão.

 
   
  Acesso privilegiado e com condições exclusivas na rede HPP Saúde.
A melhor opção para a saúde!

 
   
  Queremos estar mais perto de si, por isso criámos a Revista We,
onde pode conhecer melhor o Mundo HPP Saúde
e os seus colaboradores.

     
     
     
    HomePage > Comunicação > Comunicados de Imprensa > HPP Hospital dos Lusíadas Promove Formação Teórico-Prática em Tendências Vanguardistas da Cirurgia Mini-Laparoscópica  
     
    HPP Hospital dos Lusíadas Promove Formação Teórico-Prática em Tendências Vanguardistas da Cirurgia Mini-Laparoscópica 14.2.2011
     
       
    Lisboa, 14 de Fevereiro de 2011 - Os principais desafios e as tendências vanguardistas da cirurgia minilaparoscópica são os temas centrais do Curso Internacional em Laparoscopia Minimamente Invasiva que o HPP Hospital dos Lusíadas vai organizar pela primeira vez no próximo dia 18 de Fevereiro de 2011, Sexta-feira, a partir das 9h00.

    A decorrer nesta Unidade Hospitalar do Grupo HPP Saúde (no Auditório do Hospital dos Lusíadas), a primeira edição deste curso tem uma abordagem altamente inovadora no contexto mundial por ter como objectivo a formação e o aperfeiçoamento de técnicas e tecnologias cirúrgicas que estão a dar os primeiros passos em Portugal. O curso irá ter como formadores uma equipa de cirurgiões nacionais e internacionais especialistas nestas técnicas, como a Dr.ª Carmen Maillo da equipa de Cirurgia Geral do Hospital dos Lusíadas e coordenadora do encontro.

    Durante esta formação teórico-prática, irá aprofundar-se algumas das técnicas de vanguarda da minilaparoscopia que se praticam na cirurgia actual. Em 1987, o nascimento da cirurgia laparoscópica (introdução de um tubo na cavidade abdominal através de uma pequena incisão na parede abdominal interior, normalmente por baixo do umbigo; seguidamente na sua insuflação com gás, de modo a dilatar-se a cavidade abdominal e facilitar a observação dos órgãos internos) supôs uma revolução na cirurgia. Esta revolução permitiu realizar cirurgias das mais simples às mais complexas sem necessidade de realizar grandes incisões abdominais, com o conseguinte beneficio na dor pós-operatória e na recuperação das alterações fisiológicas produzidas após a agressão cirúrgica.

    Passados vinte anos a cirurgia laparoscópica está a passar por uma nova revolução – que este curso pretende aprofundar. A intenção de realizar os procedimentos cirúrgicos com a mínima agressão e a mínima interferência na vida quotidiana dos doentes motivou o desenvolvimento de técnicas ainda mais minimamente invasivas. As técnicas que agora se estão a desenvolver têm como objectivo que as portas de entrada no abdómen sejam menos e mais pequenas.



    No decorrer deste Curso Internacional em Laparoscopia Minimamente Invasiva, e de forma a promover uma melhor aprendizagem da sua componente teórica, vão organizar-se três cirurgias em directo, que correspondem às três tendências mais vanguardistas da cirurgia laparoscópica, nomeadamente:

    - Cirurgia Minilaparoscopia: realização das técnicas laparoscópicas convencionais com portas de acesso e instrumental mais pequenos;

    - Cirurgia SILS (Single Incision Laparoscopic Surgery): realização da cirurgia por uma incisão umbilical de 1,5 cm por onde se introduzem os 3 trocares com os quais se vão colocar as pinças e a câmara para a realização da cirurgia;

    - Cirurgia NOTES (Natural Orifice Translumenal Endoscopic Surgery): utilização de orifícios naturais para a entrada na cavidade abdominal: boca, do ânus, da uretra ou da vagina. A entrada que demonstrou, por enquanto, maior benefício e menos risco é a vagina, com o inconveniente que só pode ser utilizada nas mulheres. Esta técnica necessita da utilização de material endoscópico além do laparoscópico e a consequente colaboração dos endoscopistas para a sua realização.

    Em comparação com intervenções convencionais, estas três técnicas resultam num amplo benefício para o doente, com a diminuição da dor intra e pós-operatória, menor necessidade de fármacos anestésicos, menores complicações da ferida cirúrgica (como infecções, hérnias e dor), bem como menor internamento pós-operatório. Representam ainda uma vantagem do ponto de vista estético perante a possibilidade de o doente não apresentar cicatriz abdominal.

    Com a organização do primeiro Curso Internacional em Laparoscopia Minimamente Invasiva, o HPP Hospital dos Lusíadas pretende contribuir para a investigação e formação contínua de médicos cirurgiões, procurando posicionar-se como uma referência no contexto europeu em termos de inovação.